domingo, 1 de dezembro de 2013

O Homem de Olhos Vermelhos (Parte VI)

O que emerge do corpo é uma força
tão grande como uma explosão
num campo de sangrentas guerras;
num campo de concentração.

As folhas nascem, murcham e caem
em seus quadros desbotados.
O tempo que aqui é tão real
para si está totalmente enquadrado.

Pois então confundem-se os gritos
com os suspiros de uma criança.
Como se tudo, o que mais deseja
fosse aquilo que nunca alcança.

Mas o fim já está próximo,
fala por si a meta linguagem.
A vida ainda certamente presente
Inevitavelmente partirá em viagem...

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